O Renascimento foi um movimento de ordem artística, cultural e científica que se desenvolveu na passagem da Idade Média para a Moderna. O renascimento defende um conjunto de contrários aos valores apregoados pelo pensamento medieval, apresentando um novo conjunto de temas e interesses aos meios científicos e culturais de sua época. Ao contrário do que possa parecer, o renascimento não pode ser visto como uma radical ruptura com o mundo medieval.
Documento de apoio às aulas do 8º ano
Tema: A arte Renascentista / O vaticano
Vá lá meninas.. . convidem os rapazes!
Vamos trabalhar !!!
Olá meninas,
Quero ver essa coragem para agarrarem uma festa anos 70.
Vamos pôr a escola a mexer!!!
Porque as férias do Natal estão a chegar ao fim, está na hora de voltar ao trabalho.
Alunos do 9º ano da Escola E.B. 2/3 de Nevogilde, é aqui que retomamos a matérias de História.
Quero lembrar que tinham para ler "Vinhas da Ira". Espero que tenham gostado. Quem ainda não leu, é mesmo para ler, eu não esqueci!
«Os anos 20 (1924-1929) foram anos de prosperidade. O "American way of life" ("estilo de vida à americana") invadiu a Europa. Aos benefícios da sociedade de consumo associou-se a busca de prazer e a evasão e intensificou-se a vida nocturna. Os teatros, os cinemas, os night-clubs e outras salas de espectáculos e de jogos das grandes cidades tornaram-se locais habitualmente frequentados. As novas bebidas (cocktail), as novas músicas (sobretudo o jazz) e as novas danças (charleston, lambeth walk, swing e rumba) passaram a animar a vida nocturna. Rallies de automóveis, corridas de carros e de cavalos e outros desportos (como o futebol) constituíam outros divertimentos que envolviam grandes massas.
O rápido desenvolvimento dos meios de transporte (comboio, automóvel, avião) e dos meios de comunicação (rádio, telégrafo, telefone...) acelerou o quotidiano das pessoas, favorecendo uma maior mobilidade espacial e do ritmo de vida. A moda de viajar entrou nos hábitos e prazeres das classes médias. Às viagens de negócios acrescentaram-se as viagens lúdicas, de turismo, quer no interior dos próprios países, quer para países estrangeiros, criando-se e desenvolvendo-se novas infra-estruturas para apoio destes lazeres: agências de viagens, serviços de hotelaria especializados, mapas, guias turísticos, bilhetes-postais ilustrados, etc.
Paralelamente a este novo estilo de vida, o período entre as duas guerras mundiais caracrterizou-se por uma latente inquietação e instabilidade nos comportamentos sociais. A paz estabelecida pelo Tratado de Versalhes, que pôs fim à 1.ª Guerra Mundial (1919), foi uma paz aparente, já que, na Alemanha e na Itália, o nazismo e o fascismo iniciavam a sua caminhada galopante. A crise de 1929 viria a agravar essa instabilidade gerando mesmo angústias e miséria que iriam ter consequências a todos os níveis.»
1 - Expõe os factores de desagregação da sociedade tradicional, no período entre as duas grandes guerras.
Mutações na estrutura social e nos costumes:
Após a 1ª Guerra Mundial, assistiu-se no mundo ocidental, a um período de prosperidade e de grandes transformações sociais e culturais.
Na nova Sociedade urbana e industrial, as classes médias adquiriram um peso crescente e verificou-se uma diminuição das desigualdades sociais.
Passada a guerra vive-se uma época de euforia. Surgem alterações no código social e moral, na moda, nas artes, nas ciências, nos costumes e tradições. A rádio, a imprensa, a industria discográfica e o cinema contribuíram para o aparecimento de uma cultura de massas (acessível à maioria da população).
Vamos concretizar as afirmações anteriores:
Peso crescente das classes médias
No período entre 1920-30 verificaram-se grandes transformações nas sociedades do mundo ocidental. Para essas transformações contribuíram:
Como consequência deste conjunto de mudanças as desigualdades sociais diminuíram o que contribuiu para o crescimento das classes médias. Estas eram constituídas pela média burguesia (comerciantes e industriais) e por profissionais liberais (médicos, juristas, professores…).
As classes médias ganham cada vez mais um peso decisivo, ao nível económico, como também nos aspectos sociais e culturais. Criaram um novo código social e moral, novos modelos, novas modas, e novos mitos que marcaram o sec. XX.
Alterações no código social e moral
Na década de 1920 “Loucos Anos 20” verificaram-se alterações nos comportamentos sociais e nos valores morais, sendo o vestuário, a moda e as formas de lazer, os aspectos mais visíveis dessas alterações.
A moda passou a ser mais determinada por considerações de ordem prática, abandonando o aspecto formal e sóbrio anterior.
A par da moda, também os movimentos de luta das mulheres pela igualdade de direitos em relação aos homens, contribuíram para uma nova imagem da mulher na sociedade.
A defesa da igualdade e o desejo de afirmação das mulheres era visível nas transformações da moda. Roupas mais práticas, as saias subiram até ao joelho e os cabelos eram curtos.
As mulheres passaram a trabalhar fora de casa e a frequentar locais públicos.
Cultura de massas
A difusão dos meios de comunicação social, facilitou o acesso à diversas formas de cultura por um número cada vez maior de pessoas. Para tal contribuiu o aumento dos tempos livres devido à redução do horário de trabalho e o desenvolvimento das tecnologias, criando o fenómeno da cultura de massas.
A imprensa, a rádio, o cinema e a música, foram os principais meios que possibilitaram o desenvolvimento da cultura de massas.
Também o desporto deixou de estar reservado às elites e popularizou-se através de modalidades propícias ao espectáculo de massas, como o futebol.
Actividades:
1 – Refere os principais factores que contribuíram para a diminuição das desigualdades sociais verificadas nas décadas de 20-30;
2 – Explica o alargamento das classes médias;
3 – Refere as principais alterações verificadas no código social e moral;
4 – Descreve as principais alterações verificadas na vida das mulheres após a 1ª Guerra Mundial;
5 – Relaciona o modo de vida dos “loucos anos 20” com o fim da 1ª Guerra Mundial;
6 – Explica a emergência da Cultura de massas;
7 - Justifica a emergência da formação da opinião pública.
Documento de apoio às aulas do 8º ano de escolaridade.
Todos estes factores levaram o 3º Estado (Burguesia e Povo) a apoiarem as ideias ILUMINISTAS de LIBERDADE e IGUALDADE.
Abertura solene teve lugar em 5 de Maio de 1789.
O rei resolveu reagir:
Acção legislativa entre 1789 / 1791:
A Assembleia Constituinte não estabeleceu a igualdade política de todos os cidadãos.
Foi aprovado o sufrágio censitário - só tinham direito a voto os cidadãos que dispunham de um certo grau de riqueza.
Para reflexão:
1 - Qual o objectivo fundamental da Declaração dos Direitos do Homem e do cidadão?
2 - Analisar a Constituição de 1791. A que parte da população cabiam as decisões políticas?
3 - Seria uma Constitução democrática?
4 - Elaborar uma comparação com a Constitução portuguesa actual.
5 - Comentar a posição assumida pelas classes privilegiadas. (doc.4)
Sistema Económico, político e social que vigorou na Europa Ocidental, entre os séculos IX e XIII e que se caracterizou pela existência de laços de dependência - feudo-vassálicas.
As relações de dependência estabeleciam-se entre o povo e os senhores (clero e nobreza). O povo colocava-se na dependência dos senhores em troca de protecção dada a instabilidade e o clima de medo e terror, provocado pelas invasões bárbaras.
A sociedade Medieval era uma sociedade hierarquizada, tripartida e trifuncional:
Clero - Reza
Nobreza - Defende
Povo - Trabalha
Esta sociedade era fortemente influenciada e controlada pelo clero.
A partir do séc. III o Império Romano começou a dar sinais ede enfraquecimento:
No ano 476, Odoacro, chefe da tribo bárbara, depôs Rómulo Augusto, o último imperador do Império Romano do Ocidente.
A parte Oriental, com capital em Constantinopla, sobreviverá até à conquista da cidade pelos Turcos em 1453.
Para muitos autores, estas duas datas, 470 / 1453, correspondem ao início e ao final da época histórica a que se chama Idade Média.
Duffy - Mercy
Música para os alunos e não só...professores!
Documento de apoio às aulas de 7º Ano ao tema - "Origem e difusão do Cristianismo"
Homenagem do HistóriaN...
A pílula e o Maio de 68 dinamitaram o conceito de família tal qual vigorou durante quase dois mil anos, desde a ocorrência do mistério central da cristantade, a imaculada concepção, que hoje se celebra no Dia da Mãe.
A invenção da pílula abriu a porta para o amor livre e a democratização do sexo - e o caminho para os anos 60, loucos e rebeldes, que nos deram os Beatles, os Rolling Stones, a massificação do consumo do LSD e marijuana, o Maio de 68, as revoltas estudantis contra a Guerra do Vietnam, o homem na Lua, os Velvet Underground, a Pop Art e Andy Warhol.
Os valores actuais (ou, se preferirem, a ausência deles) são filhos da década de que o Maio francês será, talvez, o ícone maior e o acontecimento fundador da sociedade liberal que transformou em mentira a frase "mãe, há só uma" que foi verdadeira durante muitos séculos. A explosão de divórcios e de segundos casamentos deu origem a uma geração em que os filhos se subdividem em três categorias: "os meus, os teus e os nossos."
O aumento das adopções trouxe para as primeiras páginas dos jornais e aberturas dos noticiários os novos conceitos de mãe biológica e mãe adoptiva, celebrizados no triste caso da pequena Esmeralda.
A inseminação artificial possibilitou a milhares de mulheres serem mães, introduziu um novo conceito - o da barriga de aluguer -, e permite que um casal de duas lésbicas tenha filhos, que automaticamente passam a ter duas mães.
Para descobrir os fundamentos deste Mundo Novo, em permanentes e desvairadas mudanças de vidas e de costumes, temos de recuar no tempo 40 anos e olhar para o que se passou em Paris, em Maio.
Para comentar, criticamente, em debate de grande grupo, aquando da leccionação do tema "mentalidade e cultura num mundo em mudança" - 9º ano.
Prof. Margarida Moreira
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