Sábado, 9 de Maio de 2009

Guerra Fria


Margarida às 18:22

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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

Ruptura e inovação nas artes e na literatura

Porque as férias do Natal estão a chegar ao fim, está na hora de voltar ao trabalho.

Alunos do 9º ano da Escola E.B. 2/3 de Nevogilde, é aqui que retomamos a matérias de História.

 

Quero lembrar que tinham para ler "Vinhas da Ira". Espero que tenham gostado. Quem ainda não leu, é mesmo para ler, eu não esqueci!

 

 

Margarida às 01:37

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Cultura de Massas / Inovação nas Ciências

 

Margarida às 17:28

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"A Canção de Lisboa"


Margarida às 17:25

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"Os Loucos Anos 20"

 

«Os anos 20 (1924-1929) foram anos de prosperidade. O "American way of life" ("estilo de vida à americana") invadiu a Europa. Aos benefícios da sociedade de consumo associou-se a busca de prazer e a evasão e intensificou-se a vida nocturna. Os teatros, os cinemas, os night-clubs e outras salas de espectáculos e de jogos das grandes cidades tornaram-se locais habitualmente frequentados. As novas bebidas (cocktail), as novas músicas (sobretudo o jazz) e as novas danças (charleston, lambeth walk, swing e rumba) passaram a animar a vida nocturna.  Rallies de automóveis, corridas de carros e de cavalos e outros desportos (como o futebol) constituíam outros divertimentos que envolviam grandes massas.

 

O rápido desenvolvimento dos meios de transporte (comboio, automóvel, avião) e dos meios de comunicação (rádio, telégrafo, telefone...) acelerou o quotidiano das pessoas, favorecendo uma maior mobilidade espacial e do ritmo de vida. A moda de viajar entrou nos hábitos e prazeres das classes médias. Às viagens de negócios acrescentaram-se as viagens lúdicas, de turismo, quer no interior dos próprios países, quer para países estrangeiros, criando-se e desenvolvendo-se novas infra-estruturas para apoio destes lazeres: agências de viagens, serviços de hotelaria especializados, mapas, guias turísticos, bilhetes-postais ilustrados, etc.

 

Paralelamente a este novo estilo de vida, o período entre as duas guerras mundiais caracrterizou-se por uma latente inquietação e instabilidade nos comportamentos sociais. A paz estabelecida pelo Tratado de Versalhes, que pôs fim à 1.ª Guerra Mundial (1919), foi uma paz aparente, já que, na Alemanha e na Itália, o nazismo e o fascismo iniciavam a sua caminhada galopante. A crise de 1929  viria a agravar essa instabilidade gerando mesmo angústias e miséria que iriam ter consequências a todos os níveis.»

   

  Actividade:

 

 

1 - Expõe os factores de desagregação da sociedade tradicional, no período entre as duas grandes guerras.

 

 


Margarida às 17:08

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TEMA: Sociedade e Cultura num Mundo em Mudança

 

Mutações na estrutura social e nos costumes:

 

Após a 1ª Guerra Mundial, assistiu-se no mundo ocidental, a um período de prosperidade e de grandes transformações sociais e culturais.

 

Na nova Sociedade urbana e industrial, as classes médias adquiriram um peso crescente e verificou-se uma diminuição das desigualdades sociais.

 

Passada a guerra vive-se uma época de euforia. Surgem alterações no código social e moral, na moda, nas artes, nas ciências, nos costumes e tradições. A rádio, a imprensa, a industria discográfica e o cinema contribuíram para o aparecimento de uma cultura de massas (acessível à maioria da população).

 

Vamos concretizar as afirmações anteriores:

 

Peso crescente das classes médias

 

No período entre 1920-30 verificaram-se grandes transformações nas sociedades do mundo ocidental. Para essas transformações contribuíram:

  • as transformações económicas decorrentes da 1ª Guerra Mundial;
  • a crescente igualdade de direitos entre homens e mulheres;
  • a extensão do direito de voto a todos os cidadãos, incluindo as mulheres;
  • a democratização do ensino com a frequência da escolaridade básica para um número cada vez maior de pessoas;
  • o crescimento do sector terciário, principalmente os serviços.

Como consequência deste conjunto de mudanças as desigualdades sociais diminuíram o que contribuiu para o crescimento das classes médias. Estas eram constituídas pela média burguesia (comerciantes e industriais) e por profissionais liberais (médicos, juristas, professores…).

As classes médias ganham cada vez mais um peso decisivo, ao nível económico, como também nos aspectos sociais e culturais. Criaram um novo código social e moral, novos modelos, novas modas, e novos mitos que marcaram o sec. XX.

 

Alterações no código social e moral

 

Na década de 1920 “Loucos Anos 20” verificaram-se alterações nos comportamentos sociais e nos valores morais, sendo o vestuário, a moda e as formas de lazer, os aspectos mais visíveis dessas alterações.

A moda passou a ser mais determinada por considerações de ordem prática, abandonando o aspecto formal e sóbrio anterior.

 

A par da moda, também os movimentos de luta das mulheres pela igualdade de direitos em relação aos homens, contribuíram para uma nova imagem da mulher na sociedade.

 

 

 

A defesa da igualdade e o desejo de afirmação das mulheres era visível nas transformações da moda. Roupas mais práticas, as saias subiram até ao joelho e os cabelos eram curtos.

As mulheres passaram a trabalhar fora de casa e a frequentar locais públicos.

 

 

 

 

  Cultura de massas

 

A difusão dos meios de comunicação social, facilitou o acesso à diversas formas de cultura por um número cada vez maior de pessoas. Para tal contribuiu o aumento dos tempos livres devido à redução do horário de trabalho e o desenvolvimento das tecnologias, criando o fenómeno da cultura de massas.

A imprensa, a rádio, o cinema e a música, foram os principais meios que possibilitaram o desenvolvimento da cultura de massas.

Também o desporto deixou de estar reservado às elites e popularizou-se através de modalidades propícias ao espectáculo de massas, como o futebol.

 

Actividades:

 

1 – Refere os principais factores que contribuíram para a diminuição das desigualdades sociais verificadas nas décadas de 20-30;

2 – Explica o alargamento das classes médias;

3 – Refere as principais alterações verificadas no código social e moral;

4 – Descreve as principais alterações verificadas na vida das mulheres após a 1ª Guerra Mundial;

5 – Relaciona o modo de vida dos “loucos anos 20” com o fim da 1ª Guerra Mundial;

6 – Explica a emergência da Cultura de massas;

7 - Justifica a emergência da formação da opinião pública.                      


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Margarida às 16:45

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Domingo, 4 de Maio de 2008

Sociedade e cultura num mundo em mudança

A pílula e o Maio de 68 dinamitaram o conceito de família tal qual vigorou durante quase dois mil anos, desde a ocorrência do mistério central da cristantade, a imaculada concepção, que hoje se celebra no Dia da Mãe.

A invenção da pílula abriu a porta para o amor livre e a democratização do sexo - e o caminho para os anos 60, loucos e rebeldes, que nos deram os Beatles, os Rolling Stones, a massificação do consumo do LSD e marijuana, o Maio de 68, as revoltas estudantis contra a Guerra do Vietnam, o homem na Lua, os Velvet Underground, a Pop Art e Andy Warhol.


 


 

 Os valores actuais (ou, se preferirem, a ausência deles) são filhos da década de que o Maio francês será, talvez, o ícone maior e o acontecimento fundador da sociedade liberal que transformou em mentira a frase "mãe, há só uma" que foi verdadeira durante muitos séculos. A explosão de divórcios e de segundos casamentos deu origem a uma geração em que os filhos se subdividem em três categorias: "os meus, os teus e os nossos."


 O aumento das adopções trouxe para as primeiras páginas dos jornais e aberturas dos noticiários os novos conceitos de mãe biológica e mãe adoptiva, celebrizados no triste caso da pequena Esmeralda.

A inseminação artificial possibilitou a milhares de mulheres serem mães, introduziu um novo conceito - o da barriga de aluguer -, e permite que um casal de duas lésbicas tenha filhos, que automaticamente passam a ter duas mães.

Para descobrir os fundamentos deste Mundo Novo, em permanentes e desvairadas mudanças de vidas e de costumes, temos de recuar no tempo 40 anos e olhar para o que se passou em Paris, em Maio.

in DN, 04/05/08

 

Para comentar, criticamente, em debate de grande grupo, aquando da leccionação do tema "mentalidade e cultura  num mundo em mudança" - 9º ano.

 

Prof. Margarida Moreira

 


Margarida às 16:42

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Estado Novo

 

Democracia portuguesa é das piores da Europa
A qualidade da democracia portuguesa está longe de ser comparar às melhores democracias europeias. Ao invés, encontra-se bastante abaixo da média, situando-se ao nível de países como a Lituânia e a Letónia, e só acima da Polónia e da Bulgária.

As conclusões são da Demos, uma organização não governamental (ONG) britânica que tem por principal objectivo "pôr a ideia democrática em prática" através, por exemplo, de estudos. A Demos divulgou no final de Janeiro um "top" de avaliação da qualidade democrática em 25 países da UE denominado "Everyday democracy index" (EDI, cuja tradução possível será "index da democracia quotidiana"). Trata-se de uma avaliação sofisticada que envolve mais itens do que o normal em avaliações deste género. O escrutínio não se fica pelos aspectos formais da democracia (eleições regulares, por exemplo). Vai mais longe, avaliando o empenho popular na solução democrática dos seus problemas e, por exemplo, a qualidade da democracia dentro das relações familiares. Os resultados quanto a Portugal contrastam, por exemplo, com o último Democracy Índex mundial divulgado pela revista britânica The Economist, e relativo a 2007. Nessa tabela (ver DN de 5 de Abril), Portugal aparece classificado em 19º lugar (no mundo), posição que sobe para 12º quando vista apenas entre os 27 países da UE.

No EDI, Portugal está em 21º lugar, ficando apenas à frente da Lituânia, da Polónia, da Roménia e da Bulgária. Vários países que até há poucos anos orbitavam no império soviético encontram-se melhores classificados, segundo este "top" (ver gráfico).

O que se passa então com Portugal? Olhando para o gráfico, percebe-se a resposta: de um ponto de um ponto de vista da democracia formal, Portugal fica em 14º lugar, acima de países como a Espanha ou a Grécia ou a Itália. O que puxa a democracia portuguesa para baixo são os outros critérios. Por exemplo: a participação. Aqui a posição portuguesa desce para 19º lugar. Ou seja, as instituições políticas formais estão pouco cercadas de associações cívicas que as escrutinem.

Um aspecto inovador do estudo da Demos é o que avalia também a "democracia familiar". Tenta perceber-se em que países há mais direitos para cada um escolher a estrutura familiar. Entre os 25 países analisados, Portugal ficou em 21º. No cômputo geral, a Demos concluiu o que já se intuía: há um claro padrão geográfico na qualidade das democracias. Os países nórdicos são os melhores. As democracias vão-se fragilizando à medida que se desce no mapa europeu. Os países protestantes tendem a ser mais abertos que os católicos.

Verificou-se, por outro lado, que não há uma relação directa entre a qualidade formal da democracia e a qualidade da democracia quotidiana, que é tanto aquela que se exerce numa assembleia de voto como aquela que se pratica na reunião familiar onde se decidem as férias do Verão.|
João Pedro Henriques | in, DN 04/05/08
O resultado da auditoria da Demos conflui com a inquietação demonstrada por Cavaco Silva, no discurso do 25 de Abril, acerca do alheamento dos jovens em relação à coisa política. E podem ser inseridos no quadro mais vasto do desconforto generalizada dos cidadãos com os seus líderes políticos.

É este desconforto que explica porque é que toda a gente anda à procura de um Obama, de um líder diferente capaz de os entusiasmar - e a eleição para mayor de Londres de Boris Johnson, que em 2004, na sua campanha eleitoral, garantiu que quem votar nele faria "com que a sua mulher passasse a ter mamas grandes e aumentaria a possibilidades de ter um BMW M3".
Após visionamento do vídeo:
Retirar as princípios fundamentais do Estado Novo e que consideramos antidemocráticos;
Reflexão sobre os limites desses pricípios ao exercício da cidadania e direitos democráticos;
 Leitura do Texto
Identificar  dificuldades no exercício da cidadania em Portugal;
Analisar a participação da população em actividades públicas e políticas;
Justificar a falta de interesse da população em geral e dos jovens em particular,  pelos assuntos de carácter político;
Reflectir sobre a importância ou não dos líderes.
Reflectir sobre o estado actual da democracia portuguesa.
Actividades a realizar primeiro em pequenos grupos e depois, em discussão aberta ao grupo turma.
Prof. Margarida Moreira
 

Margarida às 16:33

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

25 de Abril, 18:39h

Ataque ao Quartel do Carmo 18:39h

 

Rendição do governo de Marcelo Caetano pela ordem do Capitão Maia.

 


Margarida às 12:44

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25 de Abril, 00:20h

Comunicado do MFA

Era o início da Revolução dos Cravos na madrugada de 25 de Abril de 1974.

 


Margarida às 12:37

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24 de Abril, 22:55h

 

Na RTP às 22:55h

Paulo Carvalho no Festival Eurovisão da canção

A música "E depois do Adeus..."

 

 


Margarida às 12:15

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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Dia D - Desembarque das tropas aliadas na Normandia

O desembarque das tropas aliadas marcou o início da vitória dos países aliados na II Guerra Mundial.

O fim da II Guerra aproximava-se e com ele se iriam revelar, mais claramente, os monstruosos atropelos aos direitos do homem que marcaram esta guerra, nomeadamente, o Holocausto.

Trabalho realizado pelas alunas Cáudia Nunes e Maria Martins do 9ºA da Prof. Paula Abreu.

 

 

 


Margarida às 00:41

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Momentos da História Universal ou um pouco mais próxima... Pretende estimular a autonomia dos alunos e o gosto pelo conhecimento do passado. Projecto BlogN - EB 2/3 de Nevogilde

Actividades/História

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